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Coluna | Resenhando
Raphael Vitoriano
raphael@raphaelvitoriano.com.br
Raphael Vitoriano nasceu em Varginha, tem 28 anos. É formado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pelo Centro Universitário do Sul de Minas e pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. É sócio-diretor da Tupã Comunicação. Já foi colaborador do Jornal Sul de Minas, onde publicava diariamente poesias, crônicas e artigos. Escreve desde os 10 anos. É um amante de televisão. É viciado em livros, filmes, séries e novelas.
 
A cultura do cancelamento chegou aos ''canceladores''
24/02/2021

TV Globo/Reprodução 

Olá leitores!

Vocês devem estar assistindo ao BBB 21, afinal como diria o apresentador Emilio Surita do Pânico, no Brasil atualmente só se fala de três coisas: Pandemia, Bolsonaro e BBB. É a mais pura verdade.

Vou me concentrar ao tema sobre o programa de TV apenas, mesmo conseguindo ver pontos que ligam estes três assuntos. Ontem a TV Globo atingiu uma marca histórica de audiência com a saída da Karol Conká do reality show. O resultado para os tempos atuais é considerado gigante, sendo comparado a final de copa do mundo. E realmente foi isso. Em uma analogia ruim, vi o resultado de ontem como se fosse um Brasil e Argentina na final, com o resultado de 7x1 para nós. O Brasil foi a loucura com a saída da participante. 

Para o jogo, eu achei a saída dela prematura. Me lembrei do filme “Megamente” onde o vilão consegue vencer o herói logo no começo do filme e depois sente um vazio pois não vê mais graça nas coisas. Sinto que o resultado de ontem foi assim, os mocinhos venceram seu grande inimigo, mas agora esvaziou. Sim, sei que ainda tem aprendizes de vilão na casa, mas era a rapper quem botava mais fogo no parquinho.

Não sou psicólogo, mas gosto da área. Peço aos psicólogos que lerem esta coluna me corrigirem, caso fale alguma besteira. Mas vejo na Karol Conká uma personalidade confusa, em momentos até bipolar. Ela é tão confiante que acredita inclusive nas suas próprias mentiras e o pior, aquilo passa para as pessoas que preferem acreditar na sua mentira do que nos fatos. 

Desde o advento das redes sociais, a cultura do cancelamento é uma realidade. Basta um pequeno deslise (ou um grande) que a reputação já fica ameaçada. Em um programa onde as pessoas estão expostas exatamente para o julgamento em massa, isso é ainda mais fácil. Mas o que me chamou atenção é que os “Canceladores” são os mais cancelados. Tenho pra mim que as pessoas estão cansadas do “Politicamente Correto” que todos tentam nos fazer engolir a seco. A militância exagerada e a cultura separatista de nos dividir entre gêneros, classe social, raça, etnia e religião já cansou. 

Confesso que há muitos anos não acompanhava um BBB, mas este fisguei a isca e acabei me envolvendo com todo o contexto. E preciso admitir uma coisa também: O Tiago Leifert é muito melhor que o Bial na função de âncora. Tem o time perfeito entre a seriedade e a descontração. É sarcástico, pontual e inteligente. 

Como muitos falaram, ressalto: Jogo é jogo, a realidade é diferente. Ela tem que aprender com os erros, mas assim como todos, merece continuar sua carreira e transformar um limão em limonada.

Até a próxima.

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